papinha para bebe

Papinha para Bebê

Quando o bebê passa a rejeitar o leite materno, nasce uma dúvida na cabeça das mamães: que alimento oferecer ao pequeno? Com a grande oferta de leites fortificados e suplementos nutricionais para recém-nascidos e crianças até 5 anos, é difícil escolher.

Papinha para Bebê

Segundo orientação do Ministério da Saúde, o ideal é que o leite materno seja o único alimento do neném até os seis meses de idade. A partir desse momento, a mãe pode e deve apresentar novos sabores e texturas. O primeiro passo é procurar um pediatra e esclarecer todas as questões sobre Papinha para Bebê. Não dá para seguir a receita do filho da prima, porque o que é bom para ele, pode não ser o melhor para seu.

A partir do sexto mês, os pediatras costumam liberar sucos e papinhas nos intervalos das mamadas, como forma de ajudar o bebê a se acostumar com novos sabores. Após duas semanas, o bebê já pode experimentar alimentos semi-sólidos como legumes e cereais amassados ou batidos. Cenoura, batata e mandioca são bons exemplos. Dessa forma, a mãe estimula a mastigação da criança, previne problemas de fala e auxilia no desenvolvimento da arcada dentária.

Quando a criança completa um ano, já pode alimentar-se com a família, lembrando que é preciso preparar a comida com pouco sal e temperos.

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Amamentação

A amamentação até, pelo menos, os seis meses de vida é uma recomendação do Ministério da Saúde para garantir um melhor desenvolvimento da criança. Esse leite é um alimento completo para o bebê e o ato de mamar auxilia na proximidade entre mãe e filho. Além dessas vantagens, descobriu-se que há um gene que faz com que os amamentados sejam mais inteligentes que os demais.

amamentação

Leite Materno

Claro que a inteligência humana é influenciada por diversos fatores e fica difícil tentar justificá-la por algo tão simples. Contudo, um grupo de pesquisadores britânicos identificou que o gene FADS2, que controla a quantidade de ácidos gordurosos presentes no leite materno, pode ser a resposta para a questão. A variação dele está ligada diretamente com o QIs mais altos das crianças amamentadas, vantagem que perdura por toda a vida adulta.

Não basta só amamentar: é preciso estimular a inteligência, a perspicácia e a vontade da criança explorar o mundo. Perceber o interesse de seu filho em áreas como esportes, jogos de interatividade e literatura é o primeiro passo para conseguir ajudá-lo a desenvolver suas habilidades. O trabalho foi publicado na edição desta semana da revista científica americana “PNAS”, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

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