Amamentar

Amamentar

Algumas mães têm a certeza de que irão amamentar seus bebês no peito enquanto outras, desde a gravidez, já sabem que irão usar a mamadeira. Há ainda outras mulheres que não se sentem tão certas sobre o que pretendem fazer já que gostariam de usar a mamadeira mas sabem que o leite materno é melhor.

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Essa é uma decisão muito íntima, que envolve fatores psicológicos e físicos. Muitas mães se sentem pressionadas pela sociedade para amamentar enquanto em seu íntimo prefeririam não o fazer. Outras gostariam de dar de mamar mas sabem que terão que voltar logo ao trabalho. Os sentimentos do pai também têm que ser levados em conta já que o ato de aleitar deve ser sobretudo um ato de amor, o que não acontece se a mãe e o pai estão ressentidos sobre o assunto. Embora seja de aceitação geral que o leite materno é o melhor alimento para o bebê, as fórmulas dos leites infantis estão cada vez melhores e nenhuma mãe deve se sentir obrigada a dar de mamar ao filho contra a vontade.

Por isso, embora seja verdade que em um mundo ideal todas as mães amamentariam seus filhos no peito, a vida nem sempre transcorre dessa maneira e é importante levar em consideração as vantagens de cada um dos dois métodos antes de fazer uma escolha definitiva.

como amamentar

  • Como amamentar

    1 – O leite materno é indiscutivelmente o melhor alimento para os bebês;
    2 – O leite materno tem sua composição variável, de acordo com as mudanças nas necessidades nutricionais do bebê;
    3 – A digestão do leite materno é mais fácil;
    4 – Os bebês amamentado no peito têm menos alergias;
    5 – Os bebês amamentados no peito têm menos propensão à obesidade;
    6 – O ato de sugar o peito ajuda no desenvolvimento da boca do bebê;
    7 – Dar o peito é mais cômodo do que esterilizar mamadeiras, preparar e esquentar várias mamadeiras por dia;
    8 – O leite materno é grátis;
    9 – Amamentar ajuda a mãe a voltar a forma mais rápido;
    10 – Alguns estudos ligam a amamentação à diminuição da incidência de câncer no seio.

  • Usando a Mamadeira

    1 – O pai pode participar da alimentação do bebê desde o início o que pode significar a criação de um elo muito forte entre eles;
    2 – A mãe que alimenta seu bebê com a mamadeira tem maior liberdade já que não precisa estar em casa a cada 2 ou 3 horas;
    3 – É mais fácil de controlar a quantidade ingerida em uma mamadeira do que no peito;
    4 – A mãe que não amamenta pode voltar a utilizar a pílula anticoncepcional logo;
    5 – Para muitas mães ter seu corpo só para si de novo é uma sensação benvinda depois de dividi-lo por nove meses;
    6 – Ao fazer amor o casal não será interrompido por respingos de leite.

    Esses são os fatos, mas para muitas mulheres a decisão final só será tomada depois da experiência em si. O ato de amamentar é muito forte e pode fazer mudar de idéia mesmo quem tinha certeza que não queria fazê-lo. Por outro lado, uma mulher que em tese desejava amamentar pode não gostar do ato em si e resolver adotar a mamadeira.

    Vale ainda lembrar que os dois métodos de alimentação não são auto excludentes, ou seja, não há a necessidade de se escolher um em detrimento do outro. Muitos bebês se ajustam muito bem a ambos e alternam mamadas no peito e na mamadeira sem nenhum problema. Há ainda a saída das bombas de tirar leite que podem ser a solução para aquelas mulheres que querem amamentar mas têm que trabalhar durante o dia.

     

     

    O importante é sempre ter em mente que o momento de alimentar seu bebê deve ser um momento tranqüilo, de troca de carinho entre o bebê e a mãe ou o pai ou quem quer que o esteja alimentando. Se o bebê for criado em um ambiente assim ele terá excelentes chances de crescer forte e sadio, não importando o leite que lhe seja oferecido.

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